Correção da fenda no lóbulo
da orelha, com técnica
cirúrgica e cicatriz discreta.
Lóbulo rasgado por brinco, furo alargado e reconstrução após alargador. Dermatologista cirúrgico com mais de 20 anos de experiência — lobuloplastia sob anestesia local, em regime ambulatorial, com refuro da orelha cerca de 6 semanas depois.
dermatológica
ambulatorial
Barra e Copacabana
no Doctoralia
O que é a fenda no lóbulo?
A fenda do lóbulo — popularmente chamada de orelha rasgada — é a ruptura parcial ou total do tecido entre o furo do brinco e a borda da orelha. Acontece de forma gradual, pelo peso do brinco e pelo uso prolongado, ou de forma súbita, por tração acidental.
O tecido rompido não se une sozinho: as bordas já estão revestidas por pele cicatrizada, o que impede a cicatrização espontânea. A correção é cirúrgica e, na maioria dos casos, feita em consultório com anestesia local.
Apresentações mais frequentes avaliadas em consulta.
Furo alargado
Ainda sem rupturaO orifício aumentou de diâmetro pelo peso do brinco, mas o tecido até a borda continua íntegro. É a fase em que a correção é mais simples e a cicatriz, menor.
Fenda parcial
Ruptura incompletaO tecido entre o furo e a borda está afinado e alongado, formando uma fenda em U, mas sem separação completa. O brinco costuma escorregar ou não se sustentar.
Fenda completa
Lóbulo rasgadoA ruptura atinge a borda e o lóbulo fica dividido em duas partes. É o quadro mais comum na consulta e exige lobuloplastia para reconstruir a margem.
Lóbulo de alargador
ReconstruçãoApós o uso de alargadores, sobra um anel de pele distendida que não retrai sozinho. A correção exige retirar o excesso e reconstruir o contorno do lóbulo.
Em qual situação você está?
Meu lóbulo rasgou
A fenda chegou até a borda e a orelha ficou dividida. O tecido não volta a se unir sozinho — a correção é cirúrgica e reconstrói a margem do lóbulo.
- Avaliação da extensão da fenda
- Lobuloplastia sob anestesia local
- Refuro cerca de 6 semanas depois
Meu furo está alargado
O orifício aumentou mas ainda não rompeu até a borda. Corrigir nesta fase costuma exigir um procedimento menor e deixar uma cicatriz mais discreta.
- Avaliação antes da ruptura
- Correção mais simples
- Prevenção do rasgo completo
Quero voltar a usar brinco
Parou de usar brinco porque não se sustenta ou por vergonha da fenda? A correção devolve a estrutura do lóbulo e permite refurar depois de cicatrizado.
- Reconstrução do contorno
- Refuro feito pelo próprio médico
- Posicionamento seguro do novo furo
Usei alargador e quero fechar
O lóbulo distendido pelo alargador não retrai sozinho. A reconstrução retira o excesso de pele e refaz o formato natural da orelha.
- Avaliação do tecido remanescente
- Reconstrução do lóbulo
- Planejamento da simetria entre as orelhas
Por que o lóbulo rasga?
- Brincos pesados ou argolas grandes — o peso constante alonga o furo ao longo de meses ou anos
- Tração acidental — o brinco engancha em roupa, cabelo, toalha ou é puxado por uma criança
- Furo posicionado muito perto da borda — deixa pouca margem de tecido para sustentar o peso
- Uso prolongado sem pausa — o orifício vai se distendendo de forma progressiva e silenciosa
- Alargadores — distendem o lóbulo além da capacidade de retração da pele
- Cicatriz ou queloide prévio no lóbulo — tecido menos elástico e mais sujeito a nova ruptura
A fenda não se fecha sozinha
Depois que o tecido rompe, as bordas cicatrizam separadamente e ficam revestidas por pele. Por isso não há como uni-las sem cirurgia: é preciso reavivar as margens para que os tecidos possam se unir novamente.
Quando procurar um especialista?
O furo está aumentando
O orifício ficou visivelmente maior do que era e o brinco escorrega ou gira com facilidade.
O brinco não se sustenta
A peça desliza para baixo, inclina ou cai — sinal de que a margem de tecido está afinada.
A fenda chegou à borda
O lóbulo está dividido. A correção cirúrgica é a única forma de reconstruir a margem.
Nódulo ou queloide no furo
Caroço endurecido no trajeto do brinco precisa de avaliação antes de qualquer correção.
Vermelhidão ou secreção
Sinais de inflamação ou infecção local devem ser tratados antes do procedimento.
Assimetria entre as orelhas
Um lóbulo mais alongado que o outro incomoda esteticamente e pode ser corrigido junto.
Quanto mais cedo avaliado, menor o procedimento necessário
Solicitar avaliaçãoCirurgia do lóbulo com planejamento estético
Avaliação do tipo de fenda
Furo alargado, fenda parcial, completa ou lóbulo de alargador — cada um pede um desenho cirúrgico diferente.
Desenho da incisão
O traçado é planejado para reconstruir a borda sem criar entalhe e para deixar a cicatriz na posição menos aparente.
Sutura por planos
A aproximação em camadas reduz a tensão sobre a pele, o que favorece uma cicatriz mais fina.
Simetria entre as orelhas
Quando os dois lados são operados, o planejamento considera altura e formato para manter o conjunto harmônico.
Manejo de queloide
Quando há queloide associado, ele é avaliado e tratado dentro do planejamento — não ignorado.
Refuro no tempo certo
O novo furo é feito pelo próprio médico, em posição segura, cerca de 6 semanas depois da cirurgia.
Nem toda fenda exige a mesma técnica. A escolha depende do tecido disponível, do histórico de cicatrização e do resultado estético pretendido — definidos na consulta.
Agendar avaliaçãoPor que corrigir o lóbulo com um dermatologista cirúrgico?
Cirurgia da pele é a especialidade
O lóbulo é pele e tecido subcutâneo. A reconstrução de margens e o manejo de cicatriz são o núcleo da dermatologia cirúrgica.
Procedimento em consultório
Feito sob anestesia local, em regime ambulatorial, sem necessidade de internação ou centro cirúrgico.
Atenção à cicatriz
Técnica de sutura e acompanhamento do pós-operatório voltados a obter a cicatriz mais discreta possível para cada tipo de pele.
Diagnóstico diferencial
Nem todo nódulo no lóbulo é cicatriz: cistos, queloides e outras lesões precisam ser reconhecidos e conduzidos corretamente.
Manejo de queloide
Pacientes com tendência a queloide exigem planejamento específico e seguimento — parte da rotina do dermatologista.
Continuidade do cuidado
Da avaliação inicial ao refuro da orelha, o acompanhamento é feito pelo mesmo médico, no mesmo consultório.
Correção cirúrgica do lóbulo da orelha
Correção de furo alargado
Retirada do trajeto alargado e sutura, devolvendo espessura à margem do lóbulo. Procedimento menor, indicado antes da ruptura completa.
Lobuloplastia
Reconstrução do lóbulo dividido: as bordas cicatrizadas são reavivadas e o tecido é reaproximado por planos, refazendo o contorno da orelha.
Reconstrução pós-alargador
Ressecção do excesso de pele distendida e remodelagem do lóbulo, com planejamento da simetria entre os dois lados.
Correção bilateral
Quando as duas orelhas estão comprometidas, ambas podem ser operadas na mesma sessão, com planejamento conjunto do formato.
Tratamento de queloide do lóbulo
Abordagem específica para queloides no trajeto do brinco, com seguimento para reduzir o risco de recidiva.
Refuro da orelha
Cerca de 6 semanas após a cirurgia, o novo furo é feito em consultório, em posição planejada para não repetir a fragilidade anterior.
Da avaliação ao retorno do brinco
Um caminho claro, do exame inicial até o momento de voltar a usar brinco com segurança.
Consulta e avaliação
Exame do lóbulo, definição do tipo de fenda e planejamento da técnica e da cicatriz.
Anestesia local
Aplicada apenas no lóbulo. Depois dela, o procedimento transcorre sem desconforto.
Cirurgia
Reavivamento das bordas e sutura por planos, em consultório. Costuma durar cerca de 30 minutos por orelha.
Pontos e orientações
Curativo simples e orientações de cuidado. Os pontos são retirados em torno de 14 dias.
Refuro da orelha
Cerca de 6 semanas após a cirurgia, o novo furo é feito pelo próprio médico.
Dr. Raphael Peryassú
Seguindo a tradição de seu avô e pai — renomados dermatologistas — o Dr. Raphael Peryassú atua na especialidade há mais de 20 anos, com domínio técnico em cirurgia dermatológica, cirurgia do lóbulo e oncologia cutânea. Coordenador do Curso de Cirurgia Dermatológica do IMS desde 2011 e do Curso de Cirurgia de Mohs do IMS desde 2026.
Na correção da fenda do lóbulo, sua abordagem parte da avaliação do tecido disponível e do histórico de cicatrização de cada paciente para definir o desenho cirúrgico. O objetivo é reconstruir o contorno da orelha buscando uma cicatriz discreta, e acompanhar o caso até o momento do refuro.
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O que dizem os pacientes
"Dr Raphael foi um ótimo ouvinte, entendeu todas as minhas questões e se propôs a resolvê-las da forma correta. Certeiro! E muito simpático também."
via Doctoralia"Excelente profissional. Sempre foi certeiro nos diagnósticos."
via Doctoralia"Fui muito bem atendida pelo doutor Raphael. Suas orientações foram muito claras. Já estou seguindo as recomendações e estou confiante com o tratamento. Obrigada!"
via DoctoraliaPerguntas sobre fenda no lóbulo
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