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Avaliação de fenda no lóbulo da orelha · Resposta no WhatsApp em minutos Falar agora →
Cirurgia Dermatológica · Barra da Tijuca e Copacabana

Correção da fenda no lóbulo
da orelha, com técnica
cirúrgica e cicatriz discreta.

Lóbulo rasgado por brinco, furo alargado e reconstrução após alargador. Dermatologista cirúrgico com mais de 20 anos de experiência — lobuloplastia sob anestesia local, em regime ambulatorial, com refuro da orelha cerca de 6 semanas depois.

+20 anos em cirurgia dermatológicaLobuloplastia e cirurgia do lóbulo
Procedimento ambulatorialAnestesia local · Alta no mesmo dia
Refuro da orelhaPelo próprio médico, 6 semanas depois
Dr. Raphael Peryassú – Dermatologista Cirúrgico
Dr. Raphael Peryassú CRM-RJ 52.72166-2 · RQE 24796
+20
Anos em cirurgia
dermatológica
Local
Anestesia
ambulatorial
2
Consultórios:
Barra e Copacabana
5.0★
Avaliação
no Doctoralia
Entenda a condição

O que é a fenda no lóbulo?

A fenda do lóbulo — popularmente chamada de orelha rasgada — é a ruptura parcial ou total do tecido entre o furo do brinco e a borda da orelha. Acontece de forma gradual, pelo peso do brinco e pelo uso prolongado, ou de forma súbita, por tração acidental.

O tecido rompido não se une sozinho: as bordas já estão revestidas por pele cicatrizada, o que impede a cicatrização espontânea. A correção é cirúrgica e, na maioria dos casos, feita em consultório com anestesia local.

Apresentações mais frequentes avaliadas em consulta.

Furo alargado

Ainda sem ruptura

O orifício aumentou de diâmetro pelo peso do brinco, mas o tecido até a borda continua íntegro. É a fase em que a correção é mais simples e a cicatriz, menor.

Fenda parcial

Ruptura incompleta

O tecido entre o furo e a borda está afinado e alongado, formando uma fenda em U, mas sem separação completa. O brinco costuma escorregar ou não se sustentar.

Fenda completa

Lóbulo rasgado

A ruptura atinge a borda e o lóbulo fica dividido em duas partes. É o quadro mais comum na consulta e exige lobuloplastia para reconstruir a margem.

Lóbulo de alargador

Reconstrução

Após o uso de alargadores, sobra um anel de pele distendida que não retrai sozinho. A correção exige retirar o excesso e reconstruir o contorno do lóbulo.

Seu caso

Em qual situação você está?

Mais comum

Meu lóbulo rasgou

A fenda chegou até a borda e a orelha ficou dividida. O tecido não volta a se unir sozinho — a correção é cirúrgica e reconstrói a margem do lóbulo.

  • Avaliação da extensão da fenda
  • Lobuloplastia sob anestesia local
  • Refuro cerca de 6 semanas depois
Avaliar minha fenda →

Meu furo está alargado

O orifício aumentou mas ainda não rompeu até a borda. Corrigir nesta fase costuma exigir um procedimento menor e deixar uma cicatriz mais discreta.

  • Avaliação antes da ruptura
  • Correção mais simples
  • Prevenção do rasgo completo
Corrigir antes de rasgar →

Quero voltar a usar brinco

Parou de usar brinco porque não se sustenta ou por vergonha da fenda? A correção devolve a estrutura do lóbulo e permite refurar depois de cicatrizado.

  • Reconstrução do contorno
  • Refuro feito pelo próprio médico
  • Posicionamento seguro do novo furo
Voltar a usar brinco →

Usei alargador e quero fechar

O lóbulo distendido pelo alargador não retrai sozinho. A reconstrução retira o excesso de pele e refaz o formato natural da orelha.

  • Avaliação do tecido remanescente
  • Reconstrução do lóbulo
  • Planejamento da simetria entre as orelhas
Avaliar reconstrução →
Causas

Por que o lóbulo rasga?

  • Brincos pesados ou argolas grandes — o peso constante alonga o furo ao longo de meses ou anos
  • Tração acidental — o brinco engancha em roupa, cabelo, toalha ou é puxado por uma criança
  • Furo posicionado muito perto da borda — deixa pouca margem de tecido para sustentar o peso
  • Uso prolongado sem pausa — o orifício vai se distendendo de forma progressiva e silenciosa
  • Alargadores — distendem o lóbulo além da capacidade de retração da pele
  • Cicatriz ou queloide prévio no lóbulo — tecido menos elástico e mais sujeito a nova ruptura

A fenda não se fecha sozinha

Depois que o tecido rompe, as bordas cicatrizam separadamente e ficam revestidas por pele. Por isso não há como uni-las sem cirurgia: é preciso reavivar as margens para que os tecidos possam se unir novamente.

Quando avaliar

Quando procurar um especialista?

O furo está aumentando

O orifício ficou visivelmente maior do que era e o brinco escorrega ou gira com facilidade.

O brinco não se sustenta

A peça desliza para baixo, inclina ou cai — sinal de que a margem de tecido está afinada.

A fenda chegou à borda

O lóbulo está dividido. A correção cirúrgica é a única forma de reconstruir a margem.

Nódulo ou queloide no furo

Caroço endurecido no trajeto do brinco precisa de avaliação antes de qualquer correção.

Vermelhidão ou secreção

Sinais de inflamação ou infecção local devem ser tratados antes do procedimento.

Assimetria entre as orelhas

Um lóbulo mais alongado que o outro incomoda esteticamente e pode ser corrigido junto.

Quanto mais cedo avaliado, menor o procedimento necessário

Solicitar avaliação
Experiência

Cirurgia do lóbulo com planejamento estético

Avaliação do tipo de fenda

Furo alargado, fenda parcial, completa ou lóbulo de alargador — cada um pede um desenho cirúrgico diferente.

Desenho da incisão

O traçado é planejado para reconstruir a borda sem criar entalhe e para deixar a cicatriz na posição menos aparente.

Sutura por planos

A aproximação em camadas reduz a tensão sobre a pele, o que favorece uma cicatriz mais fina.

Simetria entre as orelhas

Quando os dois lados são operados, o planejamento considera altura e formato para manter o conjunto harmônico.

Manejo de queloide

Quando há queloide associado, ele é avaliado e tratado dentro do planejamento — não ignorado.

Refuro no tempo certo

O novo furo é feito pelo próprio médico, em posição segura, cerca de 6 semanas depois da cirurgia.

Nem toda fenda exige a mesma técnica. A escolha depende do tecido disponível, do histórico de cicatrização e do resultado estético pretendido — definidos na consulta.

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Por que comigo

Por que corrigir o lóbulo com um dermatologista cirúrgico?

01

Cirurgia da pele é a especialidade

O lóbulo é pele e tecido subcutâneo. A reconstrução de margens e o manejo de cicatriz são o núcleo da dermatologia cirúrgica.

02

Procedimento em consultório

Feito sob anestesia local, em regime ambulatorial, sem necessidade de internação ou centro cirúrgico.

03

Atenção à cicatriz

Técnica de sutura e acompanhamento do pós-operatório voltados a obter a cicatriz mais discreta possível para cada tipo de pele.

04

Diagnóstico diferencial

Nem todo nódulo no lóbulo é cicatriz: cistos, queloides e outras lesões precisam ser reconhecidos e conduzidos corretamente.

05

Manejo de queloide

Pacientes com tendência a queloide exigem planejamento específico e seguimento — parte da rotina do dermatologista.

06

Continuidade do cuidado

Da avaliação inicial ao refuro da orelha, o acompanhamento é feito pelo mesmo médico, no mesmo consultório.

Procedimentos

Correção cirúrgica do lóbulo da orelha

Correção de furo alargado

Retirada do trajeto alargado e sutura, devolvendo espessura à margem do lóbulo. Procedimento menor, indicado antes da ruptura completa.

Lobuloplastia

Reconstrução do lóbulo dividido: as bordas cicatrizadas são reavivadas e o tecido é reaproximado por planos, refazendo o contorno da orelha.

Reconstrução pós-alargador

Ressecção do excesso de pele distendida e remodelagem do lóbulo, com planejamento da simetria entre os dois lados.

Correção bilateral

Quando as duas orelhas estão comprometidas, ambas podem ser operadas na mesma sessão, com planejamento conjunto do formato.

Tratamento de queloide do lóbulo

Abordagem específica para queloides no trajeto do brinco, com seguimento para reduzir o risco de recidiva.

Refuro da orelha

Cerca de 6 semanas após a cirurgia, o novo furo é feito em consultório, em posição planejada para não repetir a fragilidade anterior.

Como funciona

Da avaliação ao retorno do brinco

Um caminho claro, do exame inicial até o momento de voltar a usar brinco com segurança.

01

Consulta e avaliação

Exame do lóbulo, definição do tipo de fenda e planejamento da técnica e da cicatriz.

02

Anestesia local

Aplicada apenas no lóbulo. Depois dela, o procedimento transcorre sem desconforto.

03

Cirurgia

Reavivamento das bordas e sutura por planos, em consultório. Costuma durar cerca de 30 minutos por orelha.

04

Pontos e orientações

Curativo simples e orientações de cuidado. Os pontos são retirados em torno de 14 dias.

05

Refuro da orelha

Cerca de 6 semanas após a cirurgia, o novo furo é feito pelo próprio médico.

AnestesiaLocal, aplicada no lóbulo — procedimento ambulatorial
DuraçãoCerca de 30 minutos por orelha
Retorno à rotinaNo mesmo dia, com os cuidados orientados
Dr. Raphael Peryassú
CRM-RJ 52.72166-2 · RQE 24796
O Especialista

Dr. Raphael Peryassú

Seguindo a tradição de seu avô e pai — renomados dermatologistas — o Dr. Raphael Peryassú atua na especialidade há mais de 20 anos, com domínio técnico em cirurgia dermatológica, cirurgia do lóbulo e oncologia cutânea. Coordenador do Curso de Cirurgia Dermatológica do IMS desde 2011 e do Curso de Cirurgia de Mohs do IMS desde 2026.

Na correção da fenda do lóbulo, sua abordagem parte da avaliação do tecido disponível e do histórico de cicatrização de cada paciente para definir o desenho cirúrgico. O objetivo é reconstruir o contorno da orelha buscando uma cicatriz discreta, e acompanhar o caso até o momento do refuro.

Membro SBDSoc. Brasileira de Dermatologia
Membro SBCDSoc. Brasileira de Cirurgia Derm.
Grupo Brasileiro do MelanomaMembro ativo
Coord. Cirurgia de MohsPós-Grad. IMS desde 2026
Prof. Assistente IMSDocência desde 2007
International Society of Derm.Membro internacional
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Prova Social

O que dizem os pacientes

5.0
★★★★★
Nota no Doctoralia
★★★★★

"Dr Raphael foi um ótimo ouvinte, entendeu todas as minhas questões e se propôs a resolvê-las da forma correta. Certeiro! E muito simpático também."

AMD via Doctoralia
★★★★★

"Excelente profissional. Sempre foi certeiro nos diagnósticos."

Roberto via Doctoralia
★★★★★

"Fui muito bem atendida pelo doutor Raphael. Suas orientações foram muito claras. Já estou seguindo as recomendações e estou confiante com o tratamento. Obrigada!"

Cláudia Rocha via Doctoralia
Dúvidas Frequentes

Perguntas sobre fenda no lóbulo

O procedimento é feito sob anestesia local aplicada no lóbulo. A única sensação desconfortável costuma ser a picada da anestesia inicial; depois disso a região fica anestesiada. No pós-operatório o desconforto costuma ser leve e controlado com analgésicos comuns.
Toda cirurgia deixa cicatriz. O objetivo da técnica é que ela fique o mais discreta possível: o traçado é planejado para acompanhar o contorno do lóbulo e a sutura é feita por planos, reduzindo a tensão sobre a pele. O resultado final varia conforme o tipo de pele e a resposta cicatricial de cada pessoa.
Não. Depois que o tecido rompe, as bordas cicatrizam separadamente e ficam revestidas por pele — por isso não voltam a se unir sozinhas. Procedimentos não cirúrgicos não reconstroem a margem do lóbulo. A correção da fenda é cirúrgica.
Sim. Cerca de 6 semanas após a cirurgia, feita a avaliação da cicatrização, é feito o refuro da orelha. O novo furo é realizado pelo próprio Dr. Raphael, em posição planejada para não repetir a fragilidade que levou à fenda.
O procedimento é ambulatorial e a alta é no mesmo dia. Os pontos são retirados em torno de 14 dias. As orientações incluem evitar tração sobre a orelha e cuidados com o curativo no período inicial.
Na maioria dos casos, sim. Operar os dois lados juntos permite planejar a simetria do formato e concentra o período de recuperação em uma única vez. A definição é feita na consulta.
Em geral não há necessidade de afastamento. A orientação é evitar esforço que gere tração sobre a orelha e seguir os cuidados com o curativo. Atividades que envolvam impacto ou risco de trauma no local devem ser combinadas na consulta.
A cobertura varia conforme o plano e a indicação do caso. A equipe orienta sobre as condições de atendimento no momento do agendamento — fale pelo WhatsApp para verificar.
Barra da Tijuca e Copacabana · Rio de Janeiro

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